A célebre e cruenta Batalha de Hogwarts foi a maior, mais chocante e a mais violenta das batalhas do mundo bruxo. Aconteceu nos dias 1 e 2 de maio de 1998 e trata-se do épico e derradeiro conflito travado entre o lado do bem e o lado do mal no mundo mágico – com atenções voltadas especialmente a Harry Potter e a Lord Voldemort. O conflito foi travado entre o exército de Voldemort, formado pelos Comensais da Morte e criaturas das Trevas aliadas – e a Ordem da Fênix e os defensores de Harry Potter, como os professores e alunos de Hogwarts, representados pela Armada de Dumbledore. Foi uma batalha longa, dividida em muitas partes e conflitos pessoais. Houve muitas mortes de ambos os lados, com destaque, do lado do bem, às mortes de Remo Lupin, Nifnadora Tonks e Fred Weasley, entre outros. A Batalha seguiu num ritmo frenético de muitas lutas até um importante ponto: quanto Voldemort se refugiou na Casa dos Gritos com Nagini, para atrair Harry até o local, pois chegou à conclusão de que Harry iria procurá-lo mais cedo ou mais tarde para que a briga cessasse e seus amigos parassem de morrer por sua causa. E é o que realmente ocorreu, pois Harry decidiu ir até o local, é claro, acompanhado por Rony e Hermione. Lá, escondidos debaixo da Capa da Invisibilidade, ouviram uma conversa entre o Lorde e Snape. De acordo com Voldemort, a Varinha das Varinhas não pertencia realmente a ele, pois fora Snape quem matara Dumbledore, e não ele, e que, portanto, Snape precisava ser morto para que a Varinha pudesse realmente obedecer aos comandos de Voldemort. Então o vilão ordenou que a cobra matasse Snape, e deixou o local. Antes de Snape morrer, porém, ele passou algumas lembranças para Harry. O trio se separou e Harry foi até o escritório de Dumbledore, onde despejou as lembranças de Snape na penseira. E o que o garoto descobriu lá mudou totalmente o rumo de sua missão. Harry descobriu que Snape e Lílian eram amigos de infância, até que o Príncipe começou a adorar a Arte das Trevas e a pender para o lado do mal, só que, apesar disso, amava Lílian Evans. Seu pai, Tiago, tratava Snape e até mesmo Lílian de forma muito arrogante, o que os dois retribuíam com desprezo, e no caso de Snape, ódio. Depois de Hogwarts Snape se tornou um Comensal da Morte e, sem querer, passou a Voldemort a informação sobre a Profecia que fez o Lorde começar a perseguir a mulher que amava. Desesperado, Snape procurou Dumbledore pedindo que salvasse a vida de Lílian Potter, aceitando a condição de proteger de Voldemort também Tiago e o bebê, Harry. Dumbledore acatou o pedido, perguntando o que Snape faria em troca. E Snape responde que qualquer coisa. Mas então Lílian morre, e Snape fica desesperado, se sentindo culpado e cheio de remorso, preferindo até mesmo, ter morrido em seu lugar. E ele e Dumbledore traçaram planos, para que Snape não deixasse a morte de Lílian ter sido em vão, para que protegesse o filho dela de Lord Voldemort. Dentre outras revelações que mostraram como Snape agiu desde que fora obrigado a matar Dumbledore (por pedido do próprio diretor) é exibido que fora ele quem conjurara o patrono que levara Harry até a espada. Por fim, a maior de todas as revelações: Harry possuía uma Horcrux dentro de si, que penetrara no seu corpo acidentalmente na noite em que seus pais foram mortos.
Sendo assim, Harry concluiu que não tinha outra saída senão se entregar a Voldemort, porque caso isso não acontecesse a Horcrux que estava dentro de si jamais seria destruída. No caminho até a Floresta, onde Voldemort esperava por ele, Harry pediu que Neville se empenhasse, a todo custo, em matar Nagini. Perto da orla da Floreta Proibida, Harry tirou do bolso o pomo (Pedra da Ressurreição) e conseguiu falar com sua mãe, seu pai, Sirius e Lupin (que morrera a pouco na batalha) e eles lhe encorajaram a seguir em frente. E assim Harry cumpriu sua missão: seguiu calado até Voldemort, que lançou nele, pela segunda vez, a Maldição da Morte, e pela segunda vez o garoto sobreviveu, pois, depois de uma longa conversa com Dumbledore em uma espécie de limbo (na qual o diretor lhe revelou sobre as Relíquias da Morte, falou sobre os erros que cometera no passado e contou que o vilão e o garoto andaram em campos da magia nunca visitados antes, mas que apesar disso Voldemort foi incapaz de compreender que Harry possuía um poder que superava o alcance da magia negra) que lhe pareceu ser a Estação de King’s Cross, onde teve a oportunidade de escolher que caminho seguir: voltar, ou deixar o mundo dos vivos. Harry, revigorado com todas as informações, naturalmente escolheu a primeira opção.
De volta à vida, Harry foi obrigado a se fingir de morto para ter uma chance de reagir. Voldemort e os Comensais da Morte comemoram o suposto grande feito do Lorde e, em sinal da vitória, fizeram Hagrid (que estava prisioneiro) carregar o corpo de Harry até Hogwarts. O meio-gigante, em prantos, não teve outra escolha e o carregou nos braços até a entrada da escola, aonde alunos, pais e professores entraram em choque. Neville resistiu e atacou Voldemort, que colocou o Chapéu Seletor em chamas em sua cabeça. Assim, Neville conseguiu tirar a espada de Gryffindor de dentro do Chapéu e matou Nagini. Com isso a resistência continuou, e nova batalha foi travada, que adentrou o castelo e o Salão Principal. Belatriz tentou matar Gina, mas a senhora Weasley, já enfurecida e cheia de pesar, trava um duelo mortal com a Comensal, e acaba matando-a. Neste momento, Voldemort se irritou com a morte da partidária e decidiu se vingar vingando-se da Sra. Weasley. Porém, antes disso, Harry saiu debaixo da Capa da Invisibilidade e se revelou a Voldemort, chamando-lhe de Tom Riddle e contando que ele era o verdadeiro possuidor da Varinha das Varinhas, e não Voldemort. Voldemort duvidou e os dois se confrontaram: Harry com a varinha de Draco e Voldemort com a Varinha Varinhas, e Voldemort acabou morto, mergulhado em sua própria ignorância. Deste modo, com muita comemoração após a queda de Lord Voldemort, mesmo com as mortes de combatentes, a Segunda Guerra Bruxa foi vencida pelo lado do bem.

O senhor fecha! meu amor!
ResponderExcluirArrasou