sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Meta-metade.


" Rumo, estrada turva, sou despedida
Por entre lenços brancos de partida
Em cada curva sem ter você vou mais só...
Corro rompendo laços, abraços beijos
Em cada passo é você quem vejo
No tele espaço pousado em cores no além...
Brando, corpo celeste, meta metade
Meu santuário minha eternidade
Iluminando o meu caminho enfim
Dando a incerteza tão passageira
Nós viveremos uma vida inteira
Eternamente, somente os dois mais ninguém 


Eu vou de sol a sol
Desfeito em cor, refeito em som Perfeito em tanto amor. "

Nenhum comentário:

Postar um comentário