Vem do eterno, lúdico breu
sombras, ventos, silêncio
lágrimas, vazio imenso
a magoa que inunda meu eu.
Vem da noite a inesperada calma
sereno, musica da chuva, saudade
confino, santuaria de eternidade
desejo, veneno que infecta a alma.
Vem, apenas vem...
Tudo vem de mim.
Mauricio Alexandre.
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