terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Eu vou sem saber pra onde, nem quando vou parar



Sem vontade
Não tem  mágoa nem ansiedade
Meu silêncio fala outra língua
De mim o que naufraga
De mim só o que míngua
A graça não me anima
O pranto é só meu
Vou dobrando aquela esquina
Onde tudo se  perdeu...

Maurício Alexandre.

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