Tudo começou em oito de Dezembro de 2009... Oito de Dezembro de 2010... Inútil demais, sair correndo atrás de você, tentar-lhe explicar esse sentimento que cresceu como a lua dentro do meu peito. E serias capaz de entender o quão sublime é esse sentimento puro e verdadeiro? Fazer-te acreditar em algo melhor para se viver, num caminho melhor para se trilhar onde os sonhos passam a ser realidade na mesma intensidade que nossos corações batem a distância. Deixar essa saudade sufocante de lado e vivermos juntos a mesma estrada. Seria inútil manter a esperança viva que nem o fogo que nos aquece. Então, seria inútil dizer-lhe que as estrelas são testemunhas da grandiosidade desse sentimento. E não há explicações, não há como dizer-lhe quando começou, seria ignorância nossa achar que essas coisas são premeditadas já que o amor não possui limites, nem restrições; ele simplesmente existe e faz morada aonde se sentir melhor. Lembrar-lhe de quantas lágrimas evitou cair de minha face, lembrar-lhe quantos presentes atraímos quando estávamos juntos, descrever-te desde primeiro olhar até aqui e contar-lhe quantos momentos os céus testemunharam desse segredo, seria pouco, muito pouco para fazer-te entender o quanto lhe amei e o quanto ainda és convidativo para mim... A felicidade pingou calma, lenta e depois secou... Um tanto quanto quieto e distante o silencio tornou-se mais eloquente que as palavras. Havia gestos fragmentos de sentimentos que se perderam ficaram abstractos...
Maurício Alexandre.

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